Formação de Redes

Indivíduos e grupos humanos, incluindo as empresas, agregam esforços conjuntos sempre que necessitam de colaboração para atingir seus objetivos ou, em outro extremo, quando a cooperação é negada, regra geral, adotam posição de confronto estratégico para enfrentar aqueles que perturbam a execução do projeto.

 Este dinâmico jogo social gera iniciativas cooperativas e conflituosas que podem oscilar desde a cooperação aberta, que aprimora as relações interpessoais e inter-institucionais, até a confrontação violenta com o propósito de anular a força do opositor e impor-lhe o domínio através da agressividade.

 Na sociedade humana da modernidade, são abundantes os exemplos de formação de alianças cooperativas por um objetivo comum e são inúmeros, também, os casos de golpes sobre adversários no sentido de afastar o antagonista da “arena” competitiva, deixando-o sem qualquer liberdade de ação.

 A própria democracia é um exemplo desta inexorável realidade, onde as ações estratégicas de cooperação e oposição geram “calor” nos cenários políticos quando emergem as diferenciações de caráter ético-ideológico.

 No entanto, na medida que a sociedade evolui e consegue identificar mecanismos para superar as diferenças que acirram os conflitos, aumenta, na mesma proporção, a formação das chamadas redes cooperativas.

 Embora a evolução das redes de cooperação possa confundir-se com a história de humanidade, foram “os motores econômicos” que criaram modelos corporativos mais eficientes, com o propósito de enfraquecer o concorrente comum.  

Estamos agora em um novo estágio do processo civilizatório. Neste sentido, é possível estimular a formação de redes capazes de aprimorar os relacionamentos interpessoais e contribuir para mitigação de impactos ambientais e promoção da felicidade e do bem-estar.

Este é o propósito da ONG REDE CIDADANIA em suas propostas de atuação.


REDE CIDADANIA

Equipe Gestora


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Uma Rede de Felicidade