Cultivando estados de entusiasmo

Fruto da crise sanitária e da desarrumação econômica, a felicidade pode estar perdida. Em outro segmento, para uma reflexão prática, os níveis de entusiasmo, na vida de cada um podem, também, podem estar se “desidratando”. A palavra entusiasmo, do grego en + theos, ou simplesmente ‘em Deus’, significa um estado interiorizado de uma entidade divina ou simplesmente “ter um Deus dentro de si”.

Estar em estado de entusiasmo, periódica ou continuamente, pode fazer a diferença nas condições de vida pessoal [e profissional]. Trata-se de um importante motivador impulsionando em direção aos objetivos e reforçando o enfrentamento de desafios, comuns na vida da maioria das pessoas.

A rica literatura sobre Ciência da Felicidade destaca que é o “calor” mental e espiritual do entusiasmo que conduz muitos empreendimentos e seus idealizadores ao sucesso e ao bem-estar subjetivo.

Longe da frieza negativista, investir em práticas entusiásticas é o ponto de partida nos momentos de crise, as mais diversas. Cultivar estados de entusiasmo é uma forma de reforçar emoções positivas para um estado de vida melhor.

Procurar viver com entusiasmo, mesmo nas quedas cíclicas das condições de vida, passa pela busca do aprimoramento de si mesmo e do necessário investimento em autoconhecimento.

Situações dolorosas e desencorajadoras podem ser superadas com a prática de uma vida entusiástica, estimulante e plena de muita energia, pronta para contaminar a todos.

Jack London, renomado escritor da língua inglesa, cumpriu sua breve existência (morreu aos 40 anos) propagando a força do entusiasmo, escreveu:  “Prefiro ser um soberbo meteoro [irradiando energia] que um planeta estável sonolento” e completa “A função própria do homem é viver, não existir”.


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Felicidade e entusiasmo